Flávio Bolsonaro impõe condições para liberar sigilos
O candidato Flávio Bolsonaro condicionou a abertura de seus sigilos bancário, fiscal e telefônico à divulgação de dados de aliados e familiares do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O candidato Flávio Bolsonaro condicionou a abertura de seus sigilos bancário, fiscal e telefônico à divulgação de dados de aliados e familiares do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Os candidatos à presidência da República cumprem agenda de campanha nesta quarta-feira (21) em Belo Horizonte, Fortaleza e São Paulo.
Candidatos à Presidência, Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro, realizaram atos de campanha nesta terça-feira (20) no Nordeste e Centro-Oeste, focando em propostas e mobilização de eleitores.
O presidente Lula enviou ao TSE um requerimento autorizando a quebra de seus sigilos bancário, fiscal e telefônico, condicionado à reciprocidade por parte do senador Flávio Bolsonaro antes do segundo turno das eleições.
Os candidatos à presidência Flávio Bolsonaro e Lula cumpriram agendas de campanha nesta segunda-feira, passando pelo Pará e pelo Rio Grande do Sul, respectivamente, com foco em propostas econômicas e segurança.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou que entregará ao TSE uma autorização para quebra de seus sigilos bancário e telefônico, estendendo o pedido aos seus familiares, e desafiou o adversário Flávio Bolsonaro a fazer o mesmo.
Os candidatos à Presidência da República que disputam o segundo turno das eleições cumprem compromissos de campanha nesta segunda-feira (19) nas regiões Norte e Sul do país.
A uma semana do segundo turno, o candidato Flávio Bolsonaro realizou um ato na Avenida Paulista, em São Paulo. Durante o evento, prometeu indicar ministros ao STF e reforçou propostas de sua campanha.
A Polícia Federal solicitou ao STF mais 90 dias para concluir o inquérito que investiga pagamentos do ex-banqueiro Daniel Vorcaro para o filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Em sabatina na TV Globo, o candidato Flávio Bolsonaro negou tentativa de golpe em 8 de janeiro, defendeu o fim da reeleição e apresentou propostas econômicas e de segurança que foram confrontadas com dados e fatos.
O ministro Marco Aurélio Bellizze, do TSE, determinou que a Meta garanta isonomia na entrega de conteúdos sobre candidatos à Presidência, sob pena de multa diária de R$ 500 mil.
Economistas avaliam que cortes amplos de gastos públicos, como os propostos em campanhas presidenciais, teriam impacto direto em programas sociais e investimentos, dificultando a preservação de benefícios e reajustes.