Dólar encosta em R$ 5,10 com tarifaço e tensão global
Mercados financeiros fecharam em cautela nesta quinta (16). O dólar encostou em R$ 5,10, impulsionado pelo cenário externo e tarifas dos EUA sobre exportações brasileiras.
Mercados financeiros fecharam em cautela nesta quinta (16). O dólar encostou em R$ 5,10, impulsionado pelo cenário externo e tarifas dos EUA sobre exportações brasileiras.
A seleção feminina brasileira de vôlei sentado venceu a anfitriã China por 3 a 0 e garantiu vaga na final do Mundial. As brasileiras, invictas, buscam o bicampeonato contra os Estados Unidos nesta sexta (17), às 5h30.
Os Estados Unidos impuseram novas tarifas sobre produtos brasileiros, como máquinas agrícolas e calçados, a partir de 22 de julho. O Sebrae orienta micro e pequenas empresas a diversificarem mercados. O governo brasileiro repudiou a medida e acionará a OMC.
Exportadores dos EUA venderam 315 mil toneladas de milho da safra 2025/26, o menor volume do ano comercial, com queda de 44% na semana. Vendas totais somaram 626,2 mil toneladas, abaixo das estimativas.
Aeronaves, petróleo, carne bovina e café, que representam um terço das exportações brasileiras aos EUA, estão isentos do tarifaço imposto. Outros setores, como ferro e aço, foram taxados.
A seleção brasileira masculina de vôlei venceu a bicampeã olímpica França por 3 sets a 0, garantindo sua entrada na zona de classificação para a fase final da Liga das Nações.
O dólar caiu para R$ 5,07, menor nível em um mês, após inflação dos EUA vir abaixo do esperado, reduzindo apostas de alta de juros do Fed.
A seleção brasileira masculina de vôlei entra em quadra nesta quarta-feira (15) contra a França, atual bicampeã olímpica, em Chicago (Estados Unidos), buscando vaga na fase final da Liga das Nações.
O Brasil enviou 48 toneladas de leite em pó como ajuda humanitária a Cuba, que enfrenta uma crise socioeconômica agravada pelo bloqueio econômico e restrições de petróleo dos EUA.
A Copa do Mundo de 2026 marca um reencontro histórico: após 36 anos, as semifinais reúnem apenas campeões mundiais.
Preços do trigo sobem globalmente após USDA estimar a menor safra dos EUA desde 1970/71, com 41,81 milhões de toneladas.
Juros futuros no Brasil subiram com a escalada das tensões no Oriente Médio e a alta do petróleo. Ameaças de ataque dos EUA ao Irã e o bloqueio marítimo impulsionaram a aversão ao risco, elevando taxas de DI.