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Por que o semáforo parou? Falha expõe anos sem manutenção em Rolim de Moura
Falha em semáforos de Rolim de Moura expõe anos sem manutenção. O tenente Juracy, diretor de trânsito, diz que o equipamento "chegou no limite" e precisa de reforma completa, destacando a urgência da manutenção...

Por Redação
Publicado Há 1 h
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Foto: Assessoria

A falha em semáforos de Rolim de Moura levantou questionamentos entre moradores e motoristas nos últimos dias. O problema, que afetou diretamente o fluxo de veículos e aumentou a sensação de insegurança no trânsito, revelou uma situação mais ampla: a ausência de manutenção estrutural ao longo dos anos.

De acordo com o diretor do trânsito do município, o tenente Juraci Rodrigues dos Santos, o equipamento já apresenta sinais avançados de desgaste após mais de uma década de funcionamento sem reforma completa.

“Esse semáforo já tem mais de 10 anos e nunca passou por uma reforma estrutural. Agora chegou no limite, precisa de troca de cabos e outros componentes”, afirmou o tenente Juraci.

Segundo a direção de trânsito, uma intervenção emergencial foi realizada para minimizar os impactos imediatos. No entanto, a solução definitiva depende da substituição de peças e de um serviço técnico mais amplo, que já está em processo de execução.

“A gente fez um ajuste provisório, mas o conserto completo depende de material que já foi licitado. A previsão é que os trabalhos sejam retomados a partir de segunda-feira”, explicou.

A falha reacende o debate sobre a importância da manutenção preventiva em equipamentos urbanos essenciais, especialmente em pontos de grande circulação, onde qualquer interrupção pode aumentar o risco de acidentes.

O caso mostra um cenário comum em diversas cidades brasileiras: sistemas que operam por longos períodos sem atualização ou revisão completa acabam chegando ao limite de funcionamento.

Em Rolim de Moura, a situação do semáforo chamou atenção justamente por impactar diretamente a rotina da população, exigindo maior cautela de motoristas e pedestres.

Enquanto a manutenção definitiva não é concluída, a orientação é redobrar a atenção ao trafegar pelo local.

Durante o esclarecimento sobre o problema, o tenente Juraci também abordou outro tema que vem gerando debate na cidade: a fiscalização intensificada em frente às escolas.

Segundo ele, os agentes de trânsito atuam conforme determina a legislação e não podem deixar de autuar quando identificam irregularidades, especialmente quando envolvem a segurança de crianças.

“Quando o agente flagra uma irregularidade, ele não pode simplesmente ignorar. É uma questão de lei e, principalmente, de segurança”, destacou.

Entre as infrações mais recorrentes estão o transporte irregular de crianças em motocicletas, ausência de equipamentos de proteção e descumprimento de normas básicas de segurança.

Foto: Assessoria